- O que é saúde mental no contexto do cuidado;
- Sofrimento humano × sofrimento psíquico × transtorno mental;
- Patologização da vida × negligência do sofrimento;
- Quando observar, quando intervir, quando encaminhar;
- Psicofobia e o desserviço ao cuidado.
- Depressão e bipolaridade;
- Transtornos de ansiedade;
- O que muda na prática assistencial;
- Prática: matriz “reação esperada × possível transtorno”.
- Psicose e sinais de risco;
- Uso de substâncias: intoxicação e abstinência;
- Transtornos de personalidade (visão relacional, não estigmatizante).
- Hospital, domicílio, APS, instituições e cuidado paliativo;
- Risco × cronicidade × contexto social e existencial;
- Sofrimento psíquico em doenças graves.
- Defesa como tentativa de adaptação;
- Negação, racionalização, projeção, cisão, idealização/desvalorização;
- Quando proteger × quando começa a adoecer.
- Escuta clínica × escuta indiscriminada;
- Conteúdo, emoção e risco;
- Limites éticos da escuta.
- Escuta em contextos de tempo limitado;
- Quando conter, quando interromper, quando silenciar;
- O silêncio que sustenta (terapeutas do deserto).
- Presença, previsibilidade e segurança emocional;
- Regulação fisiológica do sofrimento.
- Psicoeducação breve;
- Pensamentos automáticos;
- Reestruturação cognitiva breve;
- Ativação comportamental possível no adoecimento.
- Antidepressivos, estabilizadores, ansiolíticos, antipsicóticos;
- O que observar, quando sinalizar risco;
- Papel de profissionais, cuidadores e sentinelas;
- Prática: comunicação clínica com o prescritor.
- O que o paciente desperta em mim;
- Irritação, salvamento, evitação, excesso de zelo;
- Fadiga por empatia, trauma vicário e desgaste moral.
- Integração: psicopatologia, defesa, escuta, intervenções e autocuidado;
- Casos clínicos integrados;
- O que muda na prática a partir de agora;
- Fechamento: cuidar sem se perder.
Sim. A Capacitação foi estruturada justamente para quem não tem formação em psicologia ou psiquiatria. Você vai aprender do fundamento (o que é sofrimento humano, o que é sofrimento psíquico, o que é transtorno mental) até as ferramentas de escuta, intervenção e encaminhamento.
Cada encontro foi organizado para construir sobre o anterior, de forma que você chegue ao final com segurança clínica real, não apenas informação acumulada.
Também! Mesmo quem já leu sobre o tema ou fez cursos introdutórios vai aprender algo novo: a integração entre psicopatologia, CNV, psicofarmacologia e manejo de contratransferência num único lugar, aplicada especificamente ao contexto assistencial.
Não, e esse não é o objetivo. Esta Capacitação não forma especialistas em saúde mental. Ela forma profissionais do cuidado capazes de reconhecer limites, identificar riscos, manejar o sofrimento dentro do seu papel e encaminhar com precisão quando necessário.
Você sairá ciente do que pode fazer, o que deve encaminhar e como comunicar isso com segurança.
Sim. Um dos encontros é dedicado especialmente à psicopatologia nos diferentes contextos de cuidado: hospital, domicílio, APS, instituições e cuidado paliativo. O sofrimento psíquico muda de forma conforme o contexto, e você aprenderá a lê-lo em cada um deles.
Os encontros são semanais, com 3 horas cada, ao longo de 12 semanas, que ficarão gravados em nossa plataforma.
As leituras dirigidas e os exercícios práticos foram organizados para caber na rotina de quem trabalha em regime de plantão ou em jornadas longas.
E o material didático ficará disponível para consulta durante o período de acesso.
Então, sim, você conseguirá acompanhar os encontros e ainda ter acesso aos materiais complementares.
O acesso às gravações, ao material didático, leituras e exercícios estará disponível por 12 meses após o início da Capacitação.
As inscrições abrem no dia 3 de março e encerram no dia 10 de março. Basta clicar no botão abaixo, escolher sua condição de pagamento e concluir sua matrícula. Após a confirmação, você receberá todas as instruções de acesso por e-mail.